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Com saída de Neymar, quem se torna o jogador mais ‘marrento’ da Copa

Neymar volta para a casa após a eliminação da Copa do Mundo neste domingo, 5, contra a Noruega. O atacante mostrou mais uma vez por que recebe o apelido de ‘marrento’ entre os jogadores da elite do futebol. Mesmo perdendo por 2×0, fez questão de arrumar brigas com os rivais, levou um cartão amarelo e no pênalti, provocou o goleiro. Com a sua precoce saída de cena, fica a dúvida de quem assume o posto na competição. Cristiano Ronaldo, Lionel Messi e Mbappé demonstraram que têm “capacidade”.

Ainda neste domingo, durante uma coletiva de imprensa, o astro português escolheu um jornalista brasileiro a dedo por saber que ele não era o seu maior fã. Marcelo Bechler disse que adorava o jogador e perguntou sobre a maior dificuldade de estar no mundial aos 41 anos. “Falar com vocês, com alguns de vocês, os que não gostam principalmente”, respondeu o craque.

Não é a primeira vez que ele se estressa com jornalistas. Ainda na fase de grupos, recusou responder uma pergunta após um repórter citar o nome de Messi. Também na parte classificatória da Copa, gerou um incômodo entre os atletas portugueses. “Mais um jogador da equipe que ajuda o grupo, exatamente como os demais”, disse João Neves, colega de equipe.

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Desde que se tornou um atleta de prestígio, Mbappé demonstrou ser um jogador sem papas na língua. Ele, inclusive, teve desentendimentos com Neymar na época que jogavam pelo PSG. Na mídia, faz críticas a casas de apostas. Em campo, briga com rivais, arruma discussões e não tem problema nenhum em comemorar na cara do adversário.

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No jogo contra o Paraguai, afirmou que se eles fossem grossos, os franceses também iriam ser. “Mostramos que sabemos jogar o nosso futebol apesar de tudo isso e que mesmo assim somos melhores. É o futebol, todo mundo joga com as suas armas, não há só uma maneira de jogar, de buscar o resultado e eles vieram se apresentando desse jeito, acabou que conseguimos nos impor no segundo tempo”, declarou ele, que ganhou o apelido de “ditador”.

Quem corre por fora nessa disputa pelo título de “marra em campo” é Lionel Messi. Embora admirado por técnica e liderança, parte da torcida e da imprensa interpreta algumas de suas atitudes na Copas do Mundo como sinais de arrogância. A forma como reage a provocações, respondendo de maneira firme a adversários e árbitros, especialmente em partidas de grande tensão; comemorações provocativas, como gestos direcionados à torcida adversária ou aos rivais; a postura reservada em entrevistas, que alguns interpretam como frieza ou antipatia…

Na atual Copa, houve momentos em que torcedores apontaram Messi como excessivamente ríspido em discussões com árbitros e adversários, além de cobranças públicas a companheiros durante jogo. A avaliação depende da perspectiva de quem observa: para alguns, trata-se de um capitão exigente; para outros, de um jogador que, pela sua enorme influência, às vezes ultrapassa o tom esperado em campo.

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Fonte: veja.abril.com.br

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