
Com a saída do Brasil da Copa do Mundo, pela derrota de 2×1 em partida contra Noruega neste domingo, 5, é como se o Mundial chegasse ao fim em gosto amargo aos torcedores que sonhavam com o hexa. Ainda que haja muita bola para rolar com os times que seguem rumo ao título, esta Copa fica marcada por vários tropeços da Seleção, da cobertura televisiva e dos bastidores de familiares e namoradas de jogadores. A seguir, um compilado de alguns desses momentos:
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Virginia no banco – Após terminar o namoro com Vini Jr antes do Mundial, a influenciadora se tornou repórter da TV Globo. Não durou dois jogos. Logo foi colocada no “banco” por Luciano Huck. Mas soube faturar. Esteve nos jogos, fez selfies e manteve o clima de “namorada? eu?” até a eliminação.
Neymar onipresente – A torcida pediu e ele foi convocado, mesmo sem qualidade física e psicológica, após tanto tempo sem ritmo de jogo. Garoto-propaganda de bets, ganhou muito dinheiro com publicidade nas redes. E mais: entrou no último jogo, marcou um pênalti, provocou o goleiro da Noruega e, no fim de tudo… chorou.
Globo x CazéTV – A emissora-líder abriu mão dos direitos de exibição de todos os jogos e viu crescer uma nova forma de transmissão – mais leve, mais jovem, mais dinâmica – na CazéTV. Sem grandes estrelas entre seus narradores esportivos, a Globo perdeu espaço no engajamento digital e levou um baque a ser refletido para os próximos grandes eventos esportivos.
Cadê Endrick – Um dos nomes que o torcedor mais queria ver em campo. Mas Carlo Ancelotti foi econômico em sua escalação. Tal como Ryan, é jovem promessa para a Seleção nos próximos anos. E ficou nisso mesmo. Apenas promessa para um dia brilhar em campo.
Sem camisa vermelha – A CBF proibiu o uso de camisa vermelha por parte da seleção, como forma de não “politizar” as partidas. E já nao está politizada faz tempo? Descabida decisão.
Wags “barulhentas” – A palavra, na verdade um acrônimo em inglês para Wives and Girlfriends (esposas e namoradas), foi criada pelos tabloides britânicos no início dos anos 2000 para se referir às companheiras de atletas famosos. O termo ganhou destaque nas redes sociais, especialmente durante a Copa, substituindo as “marias chuteiras”. Nunca se falou tanto de namoradas de jogadores, sempre expondo suas rotinas nas redes em troca de publis.
O exemplo errado de Carlo Ancelotti – Muito além de escolher X ou Y para entrar em campo, o técnico italiano deu péssimo exemplo pelo uso de cigarros eletrônicos em treinos da seleção. Figura sempre “vigiada” pelas câmeras pelo cargo ocupado, ele tinha que ter noção do peso de suas atitudes e não “vender” comportamentos nada saudáveis.
O grude de Luciano Huck junto à seleção – Não foi só durante a convocação para a Copa. O apresentador esteve na casa de alguns jogadores, gravou depoimentos, mostrou o dia a dia da seleção e esteve nos jogos da primeira fase. No fim, com a derrota, disse em seu programa na Globo: “Sou torcedor. Sou brasileiro, ou otimista. Sempre acho que vai dar. Quem diria que depois de 26 anos de Globo estou aqui depois do Brasil ser eliminado. Estou triste. Acredito na seleção brasileira. Não quero culpar ninguém”. Foi dele também a culpa por levar Virginia, rainha das bets, ao horário nobre da Globo.
Fonte: veja.abril.com.br
