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Ministério Público recorre para obrigar Alerj a adotar controle de ponto dos funcionários

Sede da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Edifício Lúcio Costa, na Rua da Ajuda, centro da cidade. TCE Castro

O Ministério Público do Estado (MPRJ) recorreu contra a decisão da Justiça que rejeitou, em primeira instância, a obrigação da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) implantar um sistema eletrônico de controle de frequência dos servidores.

A medida faz parte de uma ação civil pública na qual a Promotoria pede que a Casa adote registro de ponto para funcionários e estabeleça regras para o acompanhamento das atividades realizadas fora da sede do Legislativo.

Segundo o MP, o controle de jornada seria uma ferramenta para ampliar a transparência administrativa e reduzir riscos de irregularidades, como a existência de funcionários fantasmas e práticas como a chamada “rachadinha”.

Ministério Público também questiona número de comissionados na Alerj

Além da discussão sobre o controle de frequência, o MP apresentou recurso em outra ação que questiona a proporção entre servidores comissionados e efetivos na Assembleia.

O órgão aponta que, em 2023, a Alerj tinha 4.891 cargos comissionados ocupados por apenas 400 servidores concursados — uma relação de aproximadamente 12 funcionários indicados para cada efetivo.

Na ação, a Promotoria pede que a Assembleia apresente um plano de reestruturação administrativa para ampliar gradualmente o quadro de servidores concursados.

Com informações da coluna do Ancelmo Gois do jornal “O Globo”.

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Fonte: temporealrj.com

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