
Em um vídeo bastante honesto, Carol Dieckmmann pediu desculpas à imprensa por não conseguir dar entrevistas e depoimentos sobre os projetos que envolvem a memória e o legado da amiga Preta Gil (1974-2025).
A Globo e o Globoplay estrearão, no dia 20 de julho, no dia em que completará um ano da morte da filha de Gilberto Gil, um documentário e um filme sobre ela.
A diferença entre eles é a seguinte: “Preta – Não Ando Só” acompanha sua jornada após o diagnóstico e durante o tratamento do tumor; e “Meu Nome É Preta” celebra seu legado como artista.
“É um pedido de desculpas a todo mundo que está me pedindo vídeos, depoimentos, declarações e histórias sobre a Preta, por conta do lançamento dos documentários, dos quais eu fiz parte. Eu tenho achado estranho falar disso. Sei que esses docs são comemorativos, mas o luto da Preta e a passada desse um ano não é uma comemoração íntima. Fica essa dicotomia. É um estranho. Tentei, não tenho conseguido falar sobre isso. É óbvio que eu quero que todo mundo assista. Que a existência da Preta tem que ser contada, é uma existência extraordinária, eu vou aos eventos, mas sei que será um dia difícil para mim. Não é um dia de comemoração”
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